QuasarLontra estréia com dois podiuns na 1a etapa do Circuito
Adventure Camp 2008
Por Rodrigo Sousa
Na primeira prova oficial da Quasarlontra
em 2008, voltamos ao mesmo lugar da 1ª Etapa do Adventure Camp
do ano passado. Mesmo clima chuvoso e temperatura em torno dos 15
graus.
Com a formação sendo Rafael Campos, Fabrizio Giovaninni,
Rodrigo Martins e a Sabrina Koester, convidada este ano a correr
na equipe, e que se encaixou perfeitamente. 
Prova: Briefing
no sábado foi no Acampamento dos Pumas, tudo molhado, muita
água e lama. Apenas uma prévia do que seria a prova
do dia seguinte. Divisão das tarefas: Rafa e Fabrizio assistiriam
ao Brifing e eu e o Djalma levaríamos as bikes até
o AT1.
Eu e o Djalma (nosso fiel escudeiro) fomos levar as bikes debaixo
de muita chuva e lama até o AT1. Deixamos as bikes no AT
e voltamos para o Acampamento.
O Rafa comentou sobre o mapa da prova, explicando sobre as distâncias,
onde e como seria cada modalidade. Parecia uma prova tranqüila.
A largada atrasou um pouco devido ao grande volume de participantes,
estava frio e chovia bastante. Teríamos que largar subindo
um morro e depois despencar até o AT das bikes.
Quando largou parecia prova de triathlon, loucura total, tumulto,
depois de uns 5 minutos correndo até o PC1 no topo de um
morro estávamos embolados em cinco equipes, assinamos o PC
e começamos a descida, pensei: bom agora é a parte
fácil da prova. Grande engano, loucura total, eita povo louco
que faz aventura, todo mundo correndo na trilha cheia de lama como
se estivesse correndo no asfalto, eu não conseguia parar
em pé. Teve momentos que eu caia e já descia escorregando,
foi duro mais divertido!
No final da descida chegamos numa porteira fechada. Estava tudo
embolado, tivemos uma dúvida sobre o caminho correto, decidimos
voltar um pouco para conferir e descobrimos que a porteira fechada
era o caminho correto, perdemos uns 3-4 minutos nisso. E no Adventure
Camp esse tempo perdido faz muita diferença. Bom, corremos
atrás do prejuízo.
Chegamos no AT para um trecho de bike até o inicio da canoagem,
esse trecho foi tranqüilo sem nenhum imprevisto, apenas fazendo
força para encostar nas equipes da frente.
Para fazer a parte de canoagem tínhamos decididos que o Rafa
e a Sabrina iriam remar e o Fabrizio e Eu (Rodrigo) levaríamos
a bike até o próximo AT por uma trilha paralela ao
trilho o trem.
Trecho de empurra bike difícil, o caminho era estreito e
ficava complicado levar as duas bikes. O Fabrizio teve mais habilidade
com as bikes e eu sofri bastante para fazer esse trecho, mas faz
parte da brincadeira.
A caminho do AT cruzamos com duas equipes (SOS e Os Kalungas), respectivamente
4 e 2 minutos a nossa frente. Chegamos ao AT junto com o Rafa e
a Sabrina, sincronismo perfeito (eles tinham ganhado duas posições
no remo). Não perdemos tempo e entregamos a bike para eles.
Antes tivemos um problema: o banco da Sabrina estava solto, perdemos
2 minutos para ajustar o banco e nisso deu tempo de outra equipe
encostar na nossa.
Agora era “sangue nos olhos” até a chegada e
tentar alcançar as equipes da frente, bom agora era pedal
a pedal até o final.
Chegando no peúltimo PC antes da chegada e tivemos uma noticia:
Estávamos em 2º. apenas 2 minutos atrás dos Oskalungas
por que a SOS tinha cometido um pequeno erro.
Trecho de pedal com muita lama, poças de água e difícil
de pedalar. Empurramos a bike, era impossível pedalar com
tanta lama e um terreno acidentado que não ajudava muito.
Quando estávamos com Oskalungas no nosso visual, o Fabrizio
teve dos dois pneus furados, isso mesmo, os dois penus!!!
Sem ter o que fazer, paramos para arrumar e vimos três equipes
que estavam atrás de nós passarem, caímos para
5º. Deu vontade de chorar!
O pneu da frente foi rápido, mas o traseiro deu muito trabalho
para arrumar, perdemos uns 10 minutos para fazer essa troca da câmara
de ar. Depois de muito trabalho voltamos à prova em 5º.

Bom, era hora de gasta toda energia que nos restava para pedalar
até a chegada, já que tivemos esse imprevisto qualquer
equipe poderia ter também.
A pouco quilômetros da chegada, ultrapassamos mais uma equipe
que teve problema com uma das bikes também.
Terminamos a prova em 4º. Pode não parecer, mais foi
um bom resultado. Nessa etapa eu até brinquei: “Ganhou
que teve menos azar!” por que o nível das equipes está
muito próximo e qualquer detalhe, tempo perdido faz diferença.
É uma disputa boa e saudável, onde todas as cinco
primeiras equipes brigaram lado a lado a prova inteira.
Bom, agora é treinar para a próxima prova da QuasarLontra:
BRASILWILD EXTREME.
E que venha muito mais emoção pela frente.
Beijos e Abraços a todos!!
Rodrigo
Sousa
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Em prova de recuperação,
QuasarLontra Máster vence sua categoria e chega entre as
10 primeiras equipes
Na categoria Máster, cuja idade dos quatro atletas deve somar
160 anos, a QuasarLontra, composta pôr Victor Teixeira, Alexandre
Machado, Pietro Carlo e pela ciclista Nelma Raizer, de 49 anos de
idade e que tem dois netos, optou pôr forçar o ritmo
da metade para o fim da prova, principalmente na etapa de ciclismo.
Nesta estratégia, a Máster passou no AT-1, concluindo
o trekking, na 34ª posição, e em segundo lugar
na sua categoria. No entanto, ao mudar do trekking para a mountain
bike e canoagem, dirigindo-se para as áreas de transição
2 e 3, a equipe seguiu o seu plano de aumentar o ritmo de prova.
Assim, paulatinamente, a QuasarLontra ultrapassou 24(vinte e quatro)
equipes, e cruzou a linha de chegada na 10ª colocação
no geral e em 1º lugar na categoria Máster.
Valeu Quasar Lontra !!!
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